quarta-feira, 20 de março de 2013

Seja qual for...



Seja qual for o relacionamento que você atraiu para dentro de sua vida, 
numa determinada época, ele foi aquilo de que você precisava naquele momento.


Deepak Chopra




terça-feira, 19 de março de 2013

CURIOSIDADE - Por que os dias da semana têm "feira" no nome?


"Feira" vem de feria, que, em latim, significa "dia de descanso". O termo passou a ser empregado no ano 563, após um concílio da Igreja Católica na cidade portuguesa de Braga - daí a explicação para a presença do termo somente na língua portuguesa.

Na ocasião, o bispo Martinho de Braga decidiu que os nomes dos dias da semana usados até então, em homenagem a deuses pagãos, deveriam mudar. Mas se feria é dia de descanso, por que se usa "feira" apenas nos dias úteis?

Isso acontece porque, no início, a ordem do bispo valia apenas para os dias da Semana Santa (aquela que antecede o domingo de Páscoa), em que todo cristão deveria descansar. Depois acabou sendo adotada para o ano inteiro, mas só pelos portugueses.

As únicas exceções assumidas pelos nossos irmãos lusitanos - e depois incorporadas nas colônias portuguesas - foram sábado e domingo (Prima Feria, na Semana Santa), que derivam, respectivamente, do hebreu shabbat, o dia de descanso dos judeus, e do latim Dies Dominicus, o "Dia do Senhor".

Desde 321 os calendários ocidentais começam a semana pelo domingo. A regra foi imposta naquele ano pelo imperador romano, Constantino, que, além disso, estabeleceu definitivamente que as semanas teriam sete dias.

A ordem não foi aleatória: embora na época os romanos adotassem semanas de oito dias, a Bíblia já dizia que Deus havia criado a Terra em seis dias e descansado no sétimo e, ao que tudo indica os babilônios também já dividiam o ano em conjuntos de sete dias.


MOTOMURA, Marina. Disponível em:http://mundoestranho.abril.com.br/materia/por-que-os-dias-da-semana-tem-feira-no-nome. Acesso em: 12 mar. 2013



segunda-feira, 18 de março de 2013

domingo, 17 de março de 2013

O lado correto de usar o papel alumínio - Veja dicas e possíveis riscos para a saúde


Segundo o consultor gastronômico Luiz Spagnolli, o lado brilhante, mais liso, deve ficar do lado interno do cozimento, junto ao alimento. Por ser menos aderente, gruda menos na carne. Outra razão é que o lado brilhante é mais refletivo em relação às ondas de calor. Se ficar virado para o lado externo, o cozimento demorará mais.

No entanto, a principal polêmica em relação ao uso de papel alumínio na cozinha está ligada à possível relação do metal com o Mal de Alzheimer. "Essa discussão é muito antiga. Ainda há quem questione, e não há uma prova definitiva. Existem textos na literatura que afirmam que o consumo de alimentos contaminados com o alumínio ao longo da vida pode servir de gatilho para a doença em quem já tem predisposição genética", revela o neurologista André Felício, membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN).

Para Felício, mesmo quem não tem predisposição genética, não há como garantir que o alumínio não causará o problema ou trará outras consequências para a saúde. "O acúmulo de metais pesados é prejudicial e conta com o auxílio de outros fatores de risco, como o envelhecimento. Ficar mais velho é um processo pelo qual todos nós passamos, não há como evitar. Nesses casos, o alumínio também pode servir de gatilho para o Alzheimer", explica o médico.

O uso correto do papel alumínio na cozinha poderia ser uma forma de reduzir o contato do metal com a comida, já que a parte brilhante adere menos ao alimento, porém o neurologista prefere a prevenção: "Existem muitas outras formas de nos expormos a esses metais pesados. Então, é importante evitar sempre que possível e usar outros materiais no preparo dos alimentos", explica Felício.
 
Apesar do posicionamento preventivo do médico, a Academia Brasileira de Neurologia libera a utilização do papel alumínio no preparo de alimentos. "Não existe nenhum estudo que prove que o consumo de pequenas quantidades de alumínio sejam realmente causadoras de algum tipo de demência. O risco existe para quem se expõe a grandes quantidades de alumínio, como em algumas fábricas. Fora isso, não há nenhum problema comprovado", afirma o médico Ivan Okamoto, representante da ABN.

A Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) também refuta a ideia de que o uso doméstico possa causar problemas de saúde. Em sua página na internet, a ABAL disponibiliza uma pesquisa realizada pelo Centro de Tecnologia de Embalagem (CETEA), do Instituto de Tecnologia de Alimentos, que testou a possibilidade de transferência de material em alimentos feitos em panelas de alumínio. O experimento, realizado entre julho de 2001 e agosto de 2002, concluiu que, durante o cozimento de alimentos ácidos, onde há uma maior transferência de alumínio, há uma dissolução de 2% do máximo de material tolerável diariamente, levando em conta o limite estipulado pela Organização Mundial de Saúde. O índice foi considerado "não relevante" pela CETEA.

Para quem prefere evitar o uso, o consultor gastronômico Luiz Spagnolli explica que o papel celofane costuma ser uma opção para substituir o papel alumínio, mas nem sempre tem o mesmo efeito. "Por se tratar de um filme elaborado a partir de fibras naturais, não desprende substâncias tóxicas, porém permite que o líquido dos alimentos vaze por ocasião do cozimento. Em certos casos, isso prejudica o sabor", finaliza o chef.
 

Materiais com alumínio aos quais nos expomos:

1 - Desodorantes estão entre os produtos que usamos diariamente que possuem alumínio em sua composição. A pele pode absorver parte do material, porém o organismo elimina naturalmente as pequenas quantidades de alumínio.

2 - A pasta de dente tem alumínio em sua composição, além de ficar em contato direto com a parte interna do tubo, que também costuma ser de alumínio.

3 - Os antiácidos, comumente usados por pessoas com azia, tem um alto índice de hidróxido de alumínio em sua composição. "O máximo diário que as pessoas poderiam ingerir desse produto é de 0,1 mg/L. Cada dose de antiácido tem cerca de 1g", afirma o neurologista André Felício.

4 - As panelas de alumínio são as que costumam causar mais polêmica, pois pode haver a transferência de alumínio para o alimento durante seu preparo. O consultor gastronômico Luiz Spagnolli sugere a utilização de panelas de aço inoxidável. "Além de não apresentar esse problema, conferem um armazenamento térmico mais eficiente", afirma o especialista.

5 - Latas de alumínio também podem liberar o metal, principalmente se tiverem conteúdo ácido, como sucos cítricos ou refrigerantes.

6 - Colorantes utilizados em produtos como ketchup e outros condimentos pré-preparados também podem conter alumínio.

7 - Fermentadores utilizados em pães e outras massas costumam ter alumínio na composição.

8 - A água potável é outra fonte com alto teor de alumínio, já que alguns produtos usados em seu tratamento são compostos do metal. "Se o alumínio das panelas pode ser evitado, a água que usamos no cozimento do alimento contém alumínio e pode contaminar ainda mais a comida", afirma o neurologista André Felício. Para o especialista, são necessárias sérias discussões de políticas públicas que reduzam a presença do metal na água potável. O Ministério da Saúde estabelece o limite máximo de 0,20 miligramas de alumínio por litro de água.

9 - Esmaltes, principalmente os mais brilhantes, também costumam ter a presença de alumínio em sua composição.

10 - Assim como as latas de alumínio, embalagens "tetra pak" têm o interior revestido por alumínio. Para o neurologista André Felicio, membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), "o acúmulo de metais pesados é prejudicial e conta com o auxílio de outros fatores de risco, como o envelhecimento, para desencadear o Mal de Alzheimer". No entanto, a Academia Brasileira de Neurologia explica que não há motivo para preocupação. "Não existe nenhum estudo que prove que o consumo de pequenas quantidades de alumínio sejam realmente causadoras de algum tipo de demência. O risco existe para quem se expões a grandes quantidades de alumínio, como em algumas fábricas. Fora isso, não há nenhum problema comprovado", explica o médico Ivan Okamoto, representante da ABN. 






 

sábado, 16 de março de 2013

A esperança...

A esperança é um alimento da nossa alma, 
ao qual se mistura sempre o veneno do medo.
Voltaire
 




sexta-feira, 15 de março de 2013

Cefaleia e Enxaqueca - Faça o correto diagnóstico para achar a cura


Um sintoma muito comum nos dias de hoje. Se você não tem, certamente conhece alguém que vira e mexe está se queixando de dor de cabeça. Isso gera importante impacto na qualidade de vida, no desempenho social e mesmo profissional da pessoa. Mas, o que será que desencadeia a dor? Quais são os gatilhos mais importantes?

Para o neurologista Leandro Teles, formado e especializado pela Universidade de São Paulo, grande parte das dores de cabeça crônicas são determinada por aspectos genéticos e exacerbada por aspectos ambientais.
— Como ainda não podemos mudar o código genético, nos resta tentar mudar o estilo de vida dessas pessoas — afirma.

Existem inúmeras causas e tipos de dor de cabeça. As mais comuns são a dor tipo tensão muscular (mais leve, constante e difusa na cabeça) e a temida enxaqueca (mais forte, incapacitante, lateralizada, pulsátil, com náuseas e franca intolerância a luz e ruído). Seja uma, seja outra, alguns cuidados na rotina de vida devem ser tomados a fim de reduzir sua manifestação.

O tratamento da dor de cabeça crônica é um processo que nasce de um diagnóstico preciso, compreensão do contexto de vida do paciente, mapeamento dos sintomas (diário de dor), mudanças de estilo de vida e, eventualmente, medicamento preventivo — explica o neurologista.
Ele avalia alguns hábitos que podem gerar dor em pessoas com enxaqueca e dor de cabeça tensional.

Sedentarismo - Esse é um erro comum de quem tem dor de cabeça frequente. Inúmeros estudos já demonstraram os benefícios da atividade física regular na redução da frequencia e intensidade de crises de dor de cabeça. O ideal é a atividade aeróbica, que dê prazer ao praticante (seguir gostos pessoais) e com regularidade. Além de um controle direto das dores, a atividade melhora o sono, controla a ansiedade, o peso e a saúde como um todo.

Privação de sono - Isso não é nada recomendado para tem predisposição à dor de cabeça. O ideal é manter certa regularidade de horário, dormir continuamente e por pelo menos seis e até 10 horas por noite (a depender da necessidade individual). Quando for inevitável a privação é fundamental descansar bastante antes da noite em questão e dar opção ao corpo de descansar um pouco a mais na manhã seguinte. Outro problema quem tem dores de cabeça é dormir demais, isso mesmo, dormir muito também causa dor. Por isso a dica é a regularidade.

Ficar muito tempo sem comer - Erro clássico. As pessoas estão sempre no corre-corre, resolvendo problemas do dia a dia e se esquecem dessa medida simples e muito importante: se alimentar em intervalos regulares. Quem tem enxaqueca ou cefaleia tensional pode desencadear uma crise por essa privação glicêmica. A dica é manter pequenas porções, várias vezes ao dia. Evite ficar mais de quatro horas sem comer alguma coisa, pode ser uma refeição, um lanche, uma fruta ou mesmo uma barra de cereais.

Alimentação inadequada - Algumas pessoas são sensíveis a alguns alimentos, manifestando dor de cabeça após esse consumo. Os mais comuns no caso da enxaqueca são: chocolate ao leite, queijos amarelos, embutidos, condimentos e temperos. Eles podem conter substâncias que alteram o calibre dos vasos dentro da cabeça, precipitando uma crise (são ricos em tiramina, cafeína, sulfitos, nitratos, etc.). O ideal é ficar bem atento, só retire da dieta se houver uma associação consistente. Atente também para laticínios (muitas pessoas são intolerantes), fast food e refrigerantes. Neste quesito cada paciente precisa se conhecer muito bem e evitar dietas padronizadas sem evidência de associação.

Estresse do dia a dia - Isso sim é uma bomba-relógio. A sobrecarga de trabalho, acúmulo de tarefas, pressão emocional, tudo isso coopera com a elevação na taxa de crises de dor de cabeça. Como é impossível eliminar todos os fatores estressores da nossa rotina, a dica é tentar minimizar esses momentos e abusar de medidas anti estresse (atividades de relaxamento, sociais, lazer, atividade física, férias, etc.).

Consumo de álcool - O álcool pode gerar dor de cabeça tipo tensão e agravar enxaqueca. Isso pode ocorrer desde poucos minutos após sua ingestão (efeito vasodilatador e neurotóxico do etanol) até um dia após (efeito de desidratação da ressaca). Quem tem predisposição a crises de dor de cabeça deve ter muita moderação e cuidado com uso do álcool. No caso específico da enxaqueca, ocorre uma sensibilidade maior ao vinho tinto, que além do álcool contém tiramina (uma substância que altera os vasos).

Abuso de medicamento analgésico - Consumir muito analgésico causa mais crises de dor. Parece paradoxal, mas é isso mesmo. O analgésico comum pode ser usado para crises muito eventuais, nó máximo duas vezes na semana. Acima disso, consideramos abuso, pois ele precipita a dor de cabeça rebote. O medicamento em excesso faz com que as crises retornem com uma frequência cada vez maior, podendo aparecer até todos os dias. Para evitar isso é fundamental procurar ajuda especializada e iniciar um tratamento mais adequado e personalizado.

Doenças descompensadas - Uma série grande de doenças clínicas descompensadas pode causar ou piorar crises de dor de cabeça. Entre as principais estão: fibromialgia, problemas de coluna cervical, depressão, ansiedade, problemas na tireoide, insônia, disfunção de ATM, bruxismo, etc. Por isso é fundamental manter a saúde em dia e atentar para a compensação de outras patologias que possam estar associadas à dor de cabeça. Para tal, é importante o seguimento médico regular e uma abordagem clínica abrangente.

Oscilação hormonal - A queda ou a elevação do estrógeno são importantes desencadeadores de dores de cabeça. A montanha russa hormonal que as mulheres em idade fértil passam as torna muito mais sensíveis às dores de cabeça. Por isso que a enxaqueca é três vezes mais comum em mulheres do que em homens. O período de maior risco é o pré-menstrual, onde o estrógeno despenca, mas podem ocorrer crises durante ou mesmo logo após a menstruação. É fundamental checar se sua dor de cabeça tem esse padrão e comunicar ao seu ginecologista e seu neurologista de confiança.

Exposição solar excessiva - Mais um fator provocador de dor. A exposição excessiva, seja em tempo, seja em intensidade, pode causar desde desconforto leve até fortes crises de enxaqueca. O calor é vasodilatador, e além disso a exposição luminosa intensa pode precipitar crises. No verão é muito comum haver piora das crises, por viagens, alteração do ritmo de sono e alimentar, excesso de álcool e aumento da exposição solar.







quinta-feira, 14 de março de 2013

quarta-feira, 13 de março de 2013

DICA – Saúde Bucal

Como higienizar corretamente a sua escova dental

A escova é um item indispensável para a higiene bucal, por isso na hora da escolha alguns aspectos devem ser levados em conta – afirma o dentista Flávio Goulart.

— O ideal é que se procure orientação odontológica antes da compra, mas se for adquirir aleatoriamente, escolha escovas macias ou ultramacias de cabeça pequena. Apesar disso, cada tipo tem sua indicação. Pessoas com aparelhos ortodônticos, problemas periodontais e próteses geralmente precisam de uma escova mais específica para sua higiene bucal — explica.

Ainda segundo o especialista, estudos recentes mostram que a forma mais eficiente de higienizar a escova é deixá-la submersa em uma solução antisséptica após a lavagem com água corrente, até cobrir todas as cerdas. Essa solução pode ser colocada em um copo e trocada pelo menos uma vez por semana.

— Para viagens e ausências, o ideal é secar bem após tirá-la do antisséptico e guardar em caixinhas apropriadas que são facilmente encontradas em farmácias. Lembrando que esses recipientes devem estar sempre limpos e secos — ressalta Goulart.
A troca da escova pode ser feita a cada 60 dias, desde que seja manuseada e higienizada de forma correta.

Importante lembrar que a escova dental é um item individual, não se empresta para um amigo ou mesmo para um filho, pois bactérias e vírus podem ser transmitidos pela escova.



 

terça-feira, 12 de março de 2013

Perca tempo...


Perca tempo na escolha de um amigo,
 mas perca ainda mais quando tiver de trocá-lo.

 Benjamin Franklin




segunda-feira, 11 de março de 2013

FIQUEM DE OLHO - Crianças que assistem muita TV têm mais probabilidade de ter atitudes agressivas quando adultas, aponta estudo

Uma pesquisa realizada na Nova Zelândia aponta que crianças que assistem TV em excesso são mais sujeitas do que outras a cometer crimes ou ter atitudes agressivas quando adultas.

A Universidade de Otago acompanhou mais de mil adolescentes nascidos no início da década de 70 desde os 15 anos de idade até os 26 para avaliar os potenciais impactos da televisão nos seus comportamentos.

O estudo, publicado nesta semana na revista americana "Pediatrics", conclui que existe uma forte correlação entre a exposição excessiva de crianças à televisão e comportamentos antissociais de jovens adultos.

— O risco de ter um jovem adulto ter antecedentes criminais aumenta em 30% para cada hora que em assistiu televisão em média durante a semana quando criança — disse Bob Hancox, co-autor da pesquisa.

A pesquisa também apontou que o fato de assistir televisão em excesso está ligado a comportamentos agressivos e à tendência de sentir mais emoções negativas. Estas ligações são ainda mais significantes em termos de estatísticas quando são levados em conta fatores com a inteligência, a condição social e a educação dada pelos pais.

— Ao mesmo tempo que não podemos dizer que a televisão leva diretamente a comportamentos antissociais, os resultados da nossa pesquisa sugerem que o fato de passar menos tempo assistindo televisão pode reduzir os comportamentos antisociais na sociedade — analisou Hancox.

Ele ainda disse que concordava com as recomendações Academia Americana de Pediatria, segundo a qual crianças não deveriam assistir a mais de uma ou duas horas de programas de televisão por dia.

O estudo também aponta que é possível que crianças tenham desenvolvido comportamentos antissociais ao imitar o que viram na televisão. No entanto, os conteúdos assistidos não seriam o único fator que levaria a estes comportamentos. O isolamento social vivido por pessoas que ficam horas diante da TV também seria um agravante. "É possível que o fato de assistir televisão em excesso leve a comportamentos antissociais mesmo se a criança não está exposta a conteúdos violentos", disse a pesquisa.

— Se ficar tempo demais na frente da TV, a criança pode ter menos relações sociais com amigos ou parentes além de um desempenho ruim na escola e correr assim mais risco de ficar desempregado — explicou.

Hancox ainda salientou que o estudo foi baseado em hábitos de crianças no fim da década de 1970 e no início da década de 1980, antes da chegada em massa de videogames.

— Se a pessoa passa horas na frente de um jogo que não apenas a expõe a cenas violentas, mas tamém estimula a matar pessoas, isso pode ser pior ainda, mas não tenho nenhum dado concreto sobre este assunto — disse Hancox em entrevista à Radio New Zealand.


27/02/13