domingo, 10 de março de 2013

O ontem...


O ontem é um cheque sustado. 
O amanhã é uma nota promissória. 
O hoje é dinheiro vivo. Gaste-o!

.John W. Newbern





sábado, 9 de março de 2013

PREVENÇÃO - Uso diário de ácido fólico pela mãe é fundamental para a saúde do bebê

Com uma alta incidência — uma a cada mil nascimentos — a mielomeningocele é uma doença congênita que acomete o bebê entre a terceira ou quarta semana de vida intra-uterina. Ocorre uma alteração nas estruturas que formarão a coluna vertebral e medula espinhal, provocando uma paralisia grave que atinge a bexiga, o intestino e os membros inferiores, em graus variados. 

Ao nascer, o bebê apresenta uma descontinuidade na pele com exposição dos nervos nas costas. A maioria também apresenta hidrocefalia. É uma doença grave que atinge vários órgãos e sistemas do organismo — explica o médico ortopedista Antonio Carlos Fernandes.

A causa da doença é multifatorial, sendo descritos fatores genéticos e ambientais. Um deles é a carência de ácido fólico (vitamina do complexo B) no organismo da mãe na época da concepção. Por isso, a prevenção da doença é um fator muito importante. É recomendado que todas as mulheres em idade fértil façam o uso de vitamina B9 diariamente — destaca o ortopedista.

Em 2002, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a adição de 4,2 miligramas de ferro e de 150 miligramas de ácido fólico para cada 100 gramas de farinha de trigo e de milho. A intenção era reduzir a prevalência de anemia por deficiência de ferro e prevenir defeitos do tubo neural. 

A iniciativa é excelente, mas a quantidade existente nas farinhas é insuficiente para prevenir a mielomeningocele — afirma a neurocirurgiã pediátrica Nelci Zanon Collange. 

Recentemente, a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) lançou a recomendação de consumo de suplementos de ácido fólico — 400 microgramas por dia durante pelo menos um mês antes de engravidar e ao longo do primeiro trimestre de gestação — período em que o tubo neural está em pleno desenvolvimento. 

A maioria das gestações não são programadas. Quando o ácido fólico é prescrito para a mãe após a concepção, pode-se prevenir, em parte, o lábio leporino e a fenda palatina, mas não a mielomeningocele. Por isso a recomendação do uso do ácido fólico durante todo o período fértil das mulheres é fortemente recomendada — destaca Nelci.

O ácido fólico é uma vitamina presente em alimentos como o espinafre, aspargo, brócolis, vegetais de folhas verde-escuras, fígado, frutas cítricas e gema de ovo. Entretanto, para as mulheres que planejam engravidar, recomenda-se a ingestão de suplementos dessa vitamina. Neste caso, é importante consultar um médico que poderá orientar sobre a prescrição correta. 


 



 
 

sexta-feira, 8 de março de 2013

quinta-feira, 7 de março de 2013

DICA - O que fazer para o voo com as crianças não se tornar enlouquecedor


Voar com crianças pode ser tão inconveniente para algumas pessoas que uma das maiores companhias aéreas da Ásia, a Air Asia X, criou uma zona de silêncio, livre dos pequenos.

Mediante o pagamento de uma taxa, os passageiros podem ficar em uma área reservada, sem precisar conviver com o mau cheiro da troca de fraldas na poltrona, o choro do bebê por causa da pressão nos ouvidos ou a manha causada pelo tédio de ficar horas parado no avião.

Mas talvez não seja necessário ir tão longe para ter paz durante o voo. Com um pouco de cuidado e muita organização, é possível ter uma viagem tranquila.

Chegar cedo ao aeroporto, escolher os assentos, fazer check-in cedo e apresentar as crianças para os comissários de bordo são atitudes que ajudam a não estressar os pequenos e garantir a calma.

Aliás, estar preparada para voar com as crianças é a principal dica da consultora de etiqueta Celia Ribeiro. Se os pais estão calmos e organizados, tudo corre bem, diz ela:

A mãe precisa ser precavida e levar um verdadeiro arsenal, com remédio para dor de ouvido, pomadas e lenços para evitar o mau cheiro na troca de fraldas e muitos joguinhos para distrair as crianças.

Dicas para evitar o estresse:

1º) Não deixe seus filhos correndo pelos corredores.

2º) Peça ajuda aos comissário de voo quando precisar. As galleys (cozinhas) têm água corrente quente, geladeira, panos, copos, garrafas, pratos, talheres, sacos de lixo, enfim, algo que pode quebrar o seu galho.

3º) Se for amamentar durante o voo, procure manter a sua privacidade e a do bebê.

4º) Sacudir a poltrona ou colocar os pés no assento da frente, nem pensar.

5º) Para aliviar a pressão nos ouvidos de bebês, recomenda-se amamentar ou oferecer a chupeta durante a decolagem e o pouso. Para crianças maiores, mascar chicletes ajuda. Não é aconselhável viajar com infecção de ouvido ou gripe forte.

6º) Leve sempre muitos joguinhos, filmes e brinquedos que possam distrair as crianças.

7º) Os voos longos noturnos são mais indicados para as crianças, pois elas têm facilidade para dormir.

8º) Não grite com as crianças, não bata e nem dê beliscões.

9º) Para evitar acidentes, aconselha-se levar fraldas mesmo para as crianças que não usam. Prefira as fraldas noturnas, para evitar as trocas.

10º) Informe a companhia aérea que você irá viajar com crianças. Muitas oferecem kits com brinquedos, alimentação especial e alguns mimos, mas é necessário reservar antecipadamente.

11º) Mantenha sempre a calma. Se a criança começar a chorar, tente não se estressar. Logo a choradeira passa.


Boa viagem!
Simone Blima


HANSEN, Cândida. Disponível em:
 



quarta-feira, 6 de março de 2013


Só conheço uma liberdade, 
e essa é a liberdade do pensamento.

 Saint-Exupéry






terça-feira, 5 de março de 2013

Diferença entre germe, micróbio, bactéria, bacilo e vírus.


Todos são microorganismos: seres invisíveis a olho nu também chamados genericamente de micróbios ou germes. Os dois termos são do século 19, quando a tecnologia disponível ainda não permitia diferenciar um microorganismo de outro.

A humanidade, aliás, passou a maior parte de sua história sem fazer idéia de que esses seres existiam. Apenas no século 17, quando foi aperfeiçoado o microscópio, a ciência pôde finalmente observar criaturas unicelulares em ação – mas só as maiorzinhas, hoje chamadas de protozoários. 

No final do século 20, quando se tornou possível examinar o material genético dos micróbios, descobriu-se que há maior variedade entre eles do que entre animais e plantas.
Os microbiologistas confessam ser incalculável o número total de espécies somando bactérias, protozoários e vírus aos tipos também microscópicos de fungos e algas. 

Com essa diversidade toda, os microorganismos foram os únicos seres que se adaptaram a todos os lugares do planeta: estão no ar, no fundo do mar, no subsolo – e dentro de nós. “Existem mais células de bactérias no nosso corpo do que células humanas”, diz o microbiologista Jacyr Pasternak, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

Geralmente, esses parasitas se aproveitam dos nutrientes de nosso organismo sem causar problemas – e alguns até fazem bem, como certos lactobacilos que evitam infecções. Mas não faltam bactérias altamente perigosas. 

A Yersinia pestis, por exemplo, causou a famosa Peste Negra, que matou um terço da Europa entre 1347 e 1351, sem que se soubesse a causa da doença. Ela só pôde ser descoberta no final do século 19, quando o químico francês Louis Pasteur (1822-1895) demonstrou que as bactérias (qualquer microorganismo unicelular desprovido de núcleo), com sua grande capacidade de contágio, eram as verdadeiras responsáveis por várias doenças.

Mas Pasteur também constatou que existiam microorganismos benéficos para a humanidade, ao observar que certos fungos microscópicos, as leveduras, eram responsáveis pela fermentação – ou seja, sem elas não haveria pão, queijo, vinho ou cerveja. 

Tão importante quanto o célebre cientista francês foi seu contemporâneo Robert Koch (1843-1910), médico alemão que demonstrou como bactérias específicas causavam doenças igualmente distintas.

Em apenas duas décadas (entre 1880 e 1900), o trabalho de Pasteur e Koch lançou as bases de uma nova ciência: a microbiologia, que, ao longo do século do 20, não pararia de revelar criaturas cada vez mais pequeninas. 

Não demorou para descobrirem que até as bactérias eram infectadas por seres ainda menores: os vírus. Por fim, a microbiologia se expandiu além da medicina, revelando que algas do tamanho de bactérias produzem de 30% a 50% do oxigênio que respiramos. 

“Sem elas, a atmosfera, como a conhecemos, não existiria”, afirma o microbiologista Gabriel Padilla, da Universidade de São Paulo (USP).
 

VÍRUS - Dez mil vezes menores que as bactérias, eles não passam de material genético com uma capa de proteína. Alguns cientistas nem os consideram seres vivos, porque não têm metabolismo próprio: usam as células dos organismos que invadem para se reproduzir. Só o vírus da AIDS matou 25 milhões de pessoas nos últimos 20 anos – enquanto o da gripe espanhola eliminou o mesmo número em apenas dois anos (1918-1919). Aliás, os vírus da gripe, como o Influenza da foto, são extremamente difíceis de controlar, por estarem constantemente em mutação.

PROTOZOÁRIOS - São unicelulares como as bactérias, mas possuem (assim como as células de plantas e animais) organelas, que ajudam a processar nutrientes e gerar energia, como minúsculos pulmões, estômagos e outros órgãos). Existem protozoários visíveis, de até 2 milímetros. Outros são mil vezes menores. O maior assassino entre microorganismos é um protozoário: o Plasmodium falciparum (na foto, atacando um glóbulo vermelho). Ele causa a malária, que mata 2 milhões de pessoas por ano.

BACTÉRIAS - Seres unicelulares que não possuem sequer um núcleo separado por membrana. Depois dos vírus, são as criaturas mais simples que existem, medindo entre 0,5 e cinco milésimos de milímetro. Foram a primeira forma de vida a surgir na Terra, há 3 bilhões de anos. Com tanto tempo de vida, tornaram-se bem resistentes e algumas são inimigas temíveis, como a Neisseria gonorrhoeae (foto), que, sexualmente transmissível, causa a gonorréia, por exemplo. Por outro lado, são as grandes faxineiras do planeta, decompondo plantas e animais mortos.
BACILOS - Esse é o nome dado às bactérias em forma de bastão – enquanto as esféricas são chamadas de cocos e as curvas, de vibriões. Os bacilos ficaram mais famosos por causarem doenças como a tuberculose – cujo agente Mycobacterium tuberculosis, é mais conhecido como Bacilo de Koch. Recentemente, o Bacillus anthracis (foto), que transmite a letal infecção antraz, ganhou notoriedade como arma bacteriológica na mão de terroristas. Mesmo assim, a grande maioria dos bacilos, como dos outros tipos de bactéria, não é nociva.

FUNGOS - A variedade é enorme. Alguns fungos, como os cogumelos, são bem desenvolvidos, mas os que interessam aqui são unicelulares e contêm organelas, como os protozoários. Entre os mais chegados ao ser humano está o Candida albicans, que causa micoses. Já o Penicillium roqueforti serve para fabricar queijos como gorgonzola e, claro, roquefort. Com outro fungo do gênero Penicillium, o notatum (foto), faz-se a penicilina, um os antibióticos que mais salvam vidas.


VERSIGNASSI, Alexandre. Qual é a diferença entre germe, micróbio, bactéria, bacilo e vírus? Disponível em:http://super.abril.com.br/ciencia/qual-diferenca-germe-microbio-bacteria-bacilo-virus-443659.shtml. Acesso em: 27/02/13
 

 

segunda-feira, 4 de março de 2013

domingo, 3 de março de 2013

Alimentação - Diferenças entre os tipos de laranjas


A principal diferença é o sabor. Basicamente, as centenas de tipos de laranja pertencem a duas espécies diferentes. A primeira delas, a Citrus sinensis, reúne as laranjas doces, como a lima, a bahia, a pêra e a seleta. Todas elas são apreciadas no preparo de sucos, doces ou no consumo puro.

A segunda espécie, a Citrus aurantium, concentra os tipos ácidos, como a laranja azeda. A casca e a polpa servem para a fabricação de doces, enquanto as flores são usadas na extração de perfumes.

As laranjas são nativas da Ásia, provavelmente do arquipélago malaio - que hoje abrange países como Indonésia, Filipinas e Malásia -, ou do sul da China, onde a fruta já era conhecida há 4 mil anos. No século 16, os colonizadores portugueses trouxeram a novidade para o Brasil.

A adaptação não poderia ter sido melhor: hoje em dia, nosso país lidera a produção mundial de laranjas, dominando 33% do mercado. Saborosa e suculenta, a laranja também tem lugar cativo nas dietas saudáveis.

A principal característica da fruta é a grande quantidade de vitamina C - para um adulto, duas laranjas por dia suprem as necessidades diárias do nutriente. Difícil mesmo é evitar a confusão com outras frutas parecidas.

Muita gente pergunta, por exemplo, se a grapefruit ou pomelo não passa de uma laranja maior e mais amarga. "Na verdade, o pomelo é um parente próximo da laranja, mas pertence a uma outra espécie, a Citrus paradisi, natural das Antilhas", afirma o engenheiro agrônomo Ygor da Silva Coelho, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) de Cruz das Almas (BA).

Variedades doces são as mais consumidas no Brasil e no mundo

LARANJA-BAHIA - Surgida no século 19 de uma mutação natural no estado da Bahia, essa variedade não tem sementes e é fácil de descascar. Por causa disso, é a laranja mais utilizada no preparo de saladas. Em alguns estados, a bahia também é conhecida como laranja-de-umbigo, por causa de uma pequena saliência na parte de baixo da fruta

LARANJA-SELETA - Os pesquisadores acreditam que foi esse tipo que deu origem à laranja-bahia. De fato, as duas variedades são bem parecidas: ambas são pouco ácidas, têm polpa suculenta e casca amarelo-clara. Atualmente, a seleta vem perdendo espaço no mercado e seu cultivo é feito de forma reduzida.

LARANJA JAPONESA - Apesar do nome, esse fruto pequeno e azedo comido com casca e tudo não pertence à mesma espécie das laranjas: as variedades mais comuns no Brasil, como a kinkan e a kunquat, são representantes do gênero Fortunella, um parente próximo do Citrus, mas com algumas características diferentes. A principal delas é o tamanho reduzido - tanto que algumas "laranjas" japonesas são cultivadas em bonsais.

LARANJA-LIMA - Com seu sabor suave e doce, a lima é a menos ácida entre as laranjas populares. Por causa disso, é recomendada para crianças e pessoas com problemas digestivos. A polpa suculenta é ótima para ser comida diretamente, mas em geral não é usada no preparo de pratos ou na indústria.

LARANJA-PÊRA - Adaptando-se facilmente a diferentes climas, a mais importante variedade nacional é plantada de São Paulo à Região Norte e responde por cerca de 70% da área cultivada no Brasil. Menor que as outras laranjas, a pêra tem um sabor levemente doce, ideal para o preparo de sucos ou para o consumo natural.


Quais são as diferenças entre os tipos de laranja?Disponível em: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quais-sao-as-diferencas-entre-os-tipos-de-laranja. Acesso em: 21 fev. 2013.

 

sábado, 2 de março de 2013

Estranha criatura o homem...

 
Estranha criatura o homem; 
não pede para nascer, 
não sabe viver e não quer morrer.


 Albert Einstein

sexta-feira, 1 de março de 2013

DICA de Leitura pra Março – O Mundo de Sofia



O Mundo de Sofia é nada mais nada menos que uma completíssima aula de Filosofia, escrita de forma curiosa, onde o leitor busca em cada página descobrir os mistérios que esse inteligente autor norueguês, Jostein Gaarder escreve. A leitura desse romance nos traz o total conhecimento da história da filosofia. Vale a pena ler!

Boa leitura!
Simone Blima